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Levamos ao extremo a inconseqüência no planejamento com a viagem a Pompéia e Nápoles. Decidimos ir na quinta, na sexta começamos a nos mexer para alugar um carro para seis, sete, ou nove pessoas, e acabamos sem furgão no sábado.
Depois de várias tentativas de reserva por telefone nas locadoras da região de Camerino, decidimos pegar uma Ducato em Perugia numa promoção do site da Avis. A cidade era destino de uma excursão da escola no sábado. No caminho, recebemos um e-mail da locadora dizendo que não havia mais kombão disponível, mi dispiace.
Brasileiros que somos, naumdesistimonunca, abandonamos os colegas e seguimos rumo à estação de trem perugina tentar a sorte em alguma locadora do local. Entramos na Maggiore 10 minutos antes do fechamento, às 16h50min de sábado.
O preço não foi o melhor e no Volkswagen Touran só cabiam sete pessoas, sendo duas em banquinhos no porta-malas, mas era isso ou dois carros pequenos, o que tornaria a viagem muito cara. Resolvido um dos problemas, surge outro: quem dos oito viajantes não estaria no carro. Depois de uma noite de debates, ficou decidido que duas pessoas iriam de trem.
Aí pela 1h fiz a reserva do quarto em albergue em Nápoles para oito pessoas. Durante a madrugada, agregamos outro elemento, e partimos as 4 da manhã com o carro lotado. Esses são os companheiros de empreitada nas ruínas de Pompéia:

Na foto grande: nós, o Luiz (C), nosso motorista por aclamação, Lídia (E), Karina (D) e Yuri (C, ao fundo). Nas pequenas, o Leandro, que se negou a aparecer na foto grande; Letícia e Giovana, que fizeram a viagem de trem e chegaram mais tarde.
To be continued…














