pra onde eu vou, venha também

Se o avião não cair (toc, toc toc) e a imigração em Amsterdã não nos mandar de volta — ao que pretendo resistir a ponto de conseguir, pelo menos, uns dias em uma cadeia europeia —, chegamos em Roma nesta segunda. E essa é a única parada certa além de Camerino. Ao contrário dos outros Errantes e do Felipe, não tenho muita paciência para planejar viagens.

Pesquiso sobre os lugares, claro, até para amenizar a ansiedade, mas não sei como armaria uma viagem como eles fizeram, com vários destinos em um curto espaço de tempo. Até porque isso compromete um lado legal das viagens — o inesperado. Vai ser como nossas viagens anteriores, um mapa na mão e nenhum compromisso.

Estamos neste momento em Guarulhos, aguardando o voo para Amsterdã, e devemos desembarcar em Roma às 15h. Não sei como vai ser o acesso à internet por lá, já que vamos ficar na casa de uma família, mas prometemos posts da Cidade Eterna.

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Ilha Fiscal

Fomos deixando e perdemos, momentaneamente,  a chance de visitar a Ilha Fiscal.  Passamos muito perto, em pleno feriado de Carnaval.  Eu estava interessada em conhecê-la, mas agora é um dos locais confirmados para a próxima viagem ao Rio.  A foto foi tirada de dentro da barca que leva a Niterói.

Nesse palácio neogótico aconteceu o último baile do Império, em 1889, diz o guia.

Aline

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Da esquerda para a direita:  Aline, Daniel, Alexandre, Adriane, André, Ana, Marcela e Marcelo

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Bar do Zé

Grupo de Pessoas Levemente Alcoolizadas:  – Ô seu Zé, tem cerveja?
Zé: – Não, hoje não tem mais, não. To fechando já.
GPLA: -  O senhor vai abrir no Carnaval?
Zé: – Hoje (sábado) tô fechando mais cedo, e amanhã trabalho só até as quatro da tarde.  Não eram vocês que tiveram aqui outro dia?
GPLA: Sim, estivemos aqui na quarta-feira.
Zé : – Vocês estavam sentados ali?- apontando para o outro lado da rua.
GPLA: – Sim.
Zé: – Huuuuuuummmmm, então foi vocês que quebraram meus copos?
GPLA: Huahuahuauha
Zé:  – Cinco copos. Eu mereço.
GPLA: – Cinco? Achávamos que eram seis.
Zé – Cinco copos. Eu lembro por causa daquela ali – apontando para a Marcela, a moça que, de fato, havia quebrado os copos, e mora no coração do Zé.
GPLA: – Não se preocupe, seu Zé, vamos vir beber aqui todos os dias do Carnaval para compensar os copos.
Zé: – Haja cerveja!

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Vista de Ipanema da Pedra do Apoador

Conhecemos as praias do Leblon, Ipanema e Copacabana, tudo numa pernada só na quarta-feira, após uma passagem pelo Jardim Botânico. Tudo surpreendentemente bonito para uma cidade do tamanho dessa.  Capão Novo fica no chinelo.

A melhor das três, pelo menos para quem quer algo além de areia e água, é Copacabana. Tivemos o prazer de conhecê-la no final da tarde, com direito a um chopp bem gelado em um dos quiosques hi-tech do calçadão. E teve até sambinha de dois artistas locais que por lá passam o chapéu. Ou melhor, o pandeiro.

P.S: Como nossos 10 leitores sabem, voltamos de viagem na última quarta-feira. Não conseguimos atualizar o blog, mas essa não era uma viagem organizada para isso. Valeu muito como teste. Teremos mais alguns posts nos próximos dias, direto de Porto Alegre.

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Confeitaria Colombo

Seguindo a dica dos errantes Marcela e Moreno, conhecemos a centenária Confeitaria Colombo, no centro. Comi o maior camarão que já tinha visto, de uns 20 cm, e a melhor torta de chocolate, acompanhada de um expresso. E o lugar é lindo.

Daniel

Confeitaria Colombo

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DownloadCarta ao Tom 74

Rua Nascimento Silva, cento e sete
você ensinando pra Elizete
as canções de canção do amor demais 
lembra que tempo feliz, ai, que saudade 
Ipanema era só felicidade, 
era como se o amor doesse em paz 
Nossa famosa garota nem sabia 
a que ponto a cidade turvaria 
esse Rio de amor que se perdeu 
Mesmo a tristeza da gente era mais bela 
e além disso se via da janela 
um cantinho de céu e o Redentor 
É, meu amigo, só resta uma certeza 
é preciso acabar com essa tristeza 
é preciso inventar de novo o amor 
nossa famosa garota nem sabia
a que ponto a cidade turvaria
esse Rio de amor que se perdeu
mesmo a tristeza da gente era mais bela
e além disso se via da janela
um cantinho de céu e o Redentor
É, meu amigo só resta uma certeza
é preciso acabar com essa tristeza
é preciso inventar de novo o amor

nascimento-silva-107

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categorias: brasil, rio de janeiro
tags:

A equipe deste blog enfrenta problemas técnicos. Com isso, a postagem tem sido menos freqüente (sem trema) que o pretendido. O problema deve ser sanado ainda nesta sexta. Contamos com a compreensão de nossos 10 leitores.

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Boteco do Gomes

Chegamos ao Rio por volta das quatro da tarde de domingo. Desde então, a temperatura não baixou de 30°C e nenhuma nuvenzinha se atreveu a tapar o solaço. Terrível.

Há quem prefira praia. Nós fomos atrás de um boteco. O do Gomes serve Original estupidamente gelada, um dos poucos do gênero na Lapa que não são exclusivos de chopp. Não que os petiscos sejam ruins, mas as refeições do lugar são a grande pedida.

Já o Bar Brasil, que é alemão, é famoso pelo chopp — o melhor do Rio, diz a Veja. E é muito bom mesmo, ainda mais acompanhado do bolinho de bacalhau da casa.

Vamos ficar devendo a opinião sobre o joelho de porco cozido e o chucrute.

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Igreja Nossa Senhora da Glória do Outeiro

Igrejas geralmente são os lugares mais antigos e bem conservados de uma cidade. Visitamos duas neste primeiro dia. Uma foi a de Nossa Senhora da Glória do Outeiro, que tem até teleférico para conduzir os fiéis morro acima, e estava fechada antes das 17h. A vista da Baía de Guanabara e do Parque do Flamengo compensaram o esforço para subir o morro. Na próxima visita ao Rio, quem sabe, conheceremos o edifício barroco por dentro.

A outra foi a Catedral Metropolitana. De fora, não parece uma igreja. Por dentro, o cone de 75 metros de altura impressiona.

Catedral de São Sebastião do Rio de Janeiro

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