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Voltamos a falar de Camerino, já que falar de Londres não foi possível (ódio no coração).
Camerino não é composta só de prédios antigos e medievais. Fora do muro a cidade se desenvolve com outras características. A idade dos edifícios diminui, aparecem os condomínios e os edifícios comerciais deixam de ocupar apenas o térreo e se estabelecem em prédios inteiros construídos para esse fim. Ainda que maiores e com maior liberdade formal, frequentemente exibem as referências locais, seja na utilização do material de construção ou em elementos arquitetônicos característicos.
Os conjuntos sede das faculdades de Medicina, Informática e Biologia da UNICAM são os representantes da nova arquitetura camerinense que chamaram a minha atenção. Os edifícios possuem uma qualidade arquitetônica devidamente contemporânea, arquitetura essa que nós, estudantes brasileiros, frequentemente podemos observar apenas através das páginas de revistas, na internet, ou, talvez, visitando uma grande cidade. Nunca em um lugarejo de 7 mil habitantes.

Os créditos ficam a cargo dos arquitetos e professores da Faculdade de Arquitetura da UNICAM, Umberto Cao (Medicina e Informática) e Giuseppe Ciorra e Massimo Perriccioli ( Biologia).


































